Assistidos em Setembro 2017

No mês de agosto comecei no blog a postagens de filmes assistidos no mês, mas agora em setembro quase não assisti filmes. Na verdade, só assisti a um filme no YouTube porque havia finalizado esse livro e descobri que tinha filme.

O Médico e o Monstro – o estranho caso de Dr. Jekyell e Mr. Hyde (Filme de 2003)

O médico, Dr. Jekyell é um médico e cientista que vai revolucionar a sociedade com seu experimento onde quer separar dois traços distintos da personalidade humana. Como todo o experimento precisa de testes e cobaia, ele injeta a fórmula em si mesmo criando outro personagem, o Mr. Hyde, com personalidade bem diferente da dele.

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Assistidos em Agosto de 2017

Sempre quando assisto a um filme relacionado a educação comento aqui no blog. Como estava sentindo falta de comentar sobre filmes por aqui, todo mês farei um post mostrando os assistidos do mês. Todas as produções cinematográficas citadas aqui assisti através do Netflix.

CASO 39 – (Filme de 2010) 

Há tempos este filme estava na “Minha Lista” do Netflix e a sinopse me intrigava. Emily, uma assistente social, quer tirar uma menina de dez anos da casa onde mora, porque os pais dela são abusivos. Entretanto, quando ela ganha a guarda da criança, descobre que existem mais segredos rondando a vida da menina. Me lembrou muito outro filme chamado “A órfã” e confesso que levei muitos sustos com o filme.

PAIXÃO DE OCASIÃO – (Filme de 1997) 

O filme me atraiu por ter uma personagem que é Publicitária, a Kate Mosley. Ela é uma mulher solteira que se dedica muito a sua carreira pois está tentando ser promovida, mas descobre que seu chefe está mais inclinado a promover as pessoas casadas. Quando acontece uma confusão, pois foi usada a foto de um conhecido como prova de um noivado falso, a fraude parece funcionar e Kate é promovida. No entanto, quando seu chefe quer conhecer seu futuro marido, ela tem que rastrear o rapaz e convencê-lo a ser o noivo.

UM AMOR DE VIZINHA – (Filme de 2014)  

Um filme fofo para assistir com toda família. Um corretor de imóveis egocêntrico vive tranquilamente até que seu filho, com quem não fala há anos, pede que ele cuide de sua neta por um tempo. Sem a menor ideia de como proceder com uma criança que ele mal conhece, ele pede ajuda a sua vizinha.

Documentário: Minimalism – Netflix

Olá, pessoal! Há algum tempo venho acompanhando alguns vídeos de pessoas que adotaram o minimalismo como estilo de vida e hoje finalmente assisti ao documentário da Netflix, Minimalism: Um documentário sobre as coisas importantes. Já aconselho a todos esse documentário e neste post vamos conversar um pouco mais sobre ele e a publicidade que nos influencia o tempo todo.

Para quem não sabe, minha primeira formação foi em Publicidade e Propaganda e achei que deveria vim aqui conversar com vocês sobre isso. Basicamente, o documentário mostra como devemos destralhar a nossa vida para alcançarmos a felicidade e nossa vida fluir. Afinal, os objetos, roupas e afins são só pertences materiais, você não precisa ter aquilo tudo para ser feliz. Ter somente as coisas essenciais e que realmente você utiliza otimiza tempo e seu dinheiro, consequentemente, você ganha qualidade de vida.

Claro que a publicidade nos influencia diretamente, ela está na TV, nas ruas, na internet, redes sociais, entre outros meios. O papel dela é mais que vender e manipular para conseguir seu objetivo que é a venda de tal produto ou serviço, é vender sonhos. Quando você compra um pacote de viagem para Paris, vem acoplado o sonho e a realização de conseguir ir à Europa, o status ao postar fotos nas redes sociais. O mesmo quando você compra um iPhone, pois daqui a pouco o seu modelo estará ultrapassado e a publicidade coloca na sua cabeça que você precisa de um modelo mais novo pois o seu não tem os novos recursos.

Hoje, eu conheço muitos artifícios utilizados no por trás da venda de um produto. O marketing e a publicidade das empresas investem pesado para atingir seu target (público-alvo). Ao ver esse documentário, parei para refletir sobre tantas compras que fazemos por impulso, tantas coisas que compramos só por ter e a vida é mais que isso. A publicidade sempre existiu e sempre existirá, ela apenas vai se adequar às novas mídias. Não é para todos pararem de comprar, até porque a economia do nosso país depende disso. Mas cabe a nós, consumidores, fazermos escolhas mais inteligentes e compras mais conscientes.