Educação no Brasil: O curso de normalista (formação de professores)

contrato_maestraVamos voltar ao tempo, mais precisamente na fase da educação no Brasil, do Curso Normal, também conhecido como normalista e formação de professores. Atualmente é raro ouvirmos falar sobre eles, mas já foram bem importantes durante uma fase da nossa história da educação.

De acordo com uma reportagem que saiu na revista Nova Escola, os profissionais que têm esse tipo de formação e hoje atuam como professores, tem até 2020 para buscar uma especialização em cursos superiores, como Pedagogia e demais licenciaturas. Simplesmente porque o Curso Normal é muito básico comparado com as demais graduações.

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O uso da tecnologia em sala de aula

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Imagem extraída do site Nova Escola

Não podemos negar que a tecnologia veio para ficar, certo? Pelo o que tenho visto ultimamente, muitos professores mais velhos têm uma certa dificuldade para se adaptar a essa nova realidade.

O fato é, o mundo mudou, os alunos mudaram e os professores têm que se adaptar a essa nova realidade para gerar o interesse da parte dos alunos. As crianças e jovens já nasceram com a tecnologia, por isso são muito mais interativos.

A vida é uma constante troca de aprendizados e para ilustrar isso, encontrei esse vídeo da revista Nova Escola, onde os alunos mais ‘expert’ trabalham como monitores para ensinar os professores e demais colegas. Sem contar, que a ideia de fazer um blog para compartilhar e publicar os trabalhos da turma é uma excelente ideia!

Piso salarial dos professores sobe para R$ 2.135

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O piso salarial dos professores terá reajuste de 11,36%, anunciou nesta quinta-feira (14) o ministro da Educação, Aloizio Mercadante. Com isso, o valor passa de R$ 1.917,78, em 2015, para R$ 2.135,64, em 2016. O índice representa um aumento real de 0,69%, considerando a inflação oficial de 10,67%.

Na quarta (13), o Ministério da Educação (MEC) recebeu dos estados e municípios pedido de adiamento do reajuste para agosto e que o índice fosse 7,41%. Ao anunciar o valor nesta quarta, Mercadante ressaltou que a pasta apenas cumpre a lei vigente.

“Muitos estados e municípios têm uma situação mais sensível, o que a gente pede é que haja disposição de diálogo, de busca de negociação entre sindicatos e governos, para que seja pactuado – onde não há condições –, com transparência, uma política de pagamento do piso que seja compatível [com a situação local]”, disse Mercadante.

Pela lei, o piso vale a partir de janeiro, mas o ministro destacou que isso pode ser negociado entre trabalhadores e governos.

Lei do Piso

O piso salarial dos docentes é reajustado anualmente, seguindo a Lei 11.738/2008, a Lei do Piso, que vincula o aumento à variação ocorrida no valor anual mínimo por aluno definido no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

Desde de 2009, com o início da vigência da lei, até 2015, segundo Mercadante, o piso dos docentes teve aumento real, ou seja, acima da inflação no período, de 46,05%. Mercadante disse que o percentual de aumento foi um dos maiores entre todas as categorias, públicas ou privadas, mas reconheceu que há uma desvalorização histórica dos salários dos professores.

“Herdamos uma situação de salários muito baixo dos professores. Apesar desse crescimento, ainda é um salário pouco atrativo”.

O piso é pago a profissionais em início de carreira, com formação de nível médio e carga horária de 40 horas semanais. Pela lei, os demais níveis da carreira não recebem necessariamente o mesmo aumento. Isso é negociado em cada ente federativo.

Em um contexto de crise, estados e municípios alegam dificuldade em pagar o valor definido pela lei. Na quarta, os estados pediram que o MEC complementasse o valor aos governos em situação mais delicada, o que também está previsto em lei. Mercadante disse que a complementação pode ser negociada, desde que haja uma proposta consensual entre estados e municípios. Quando receber a proposta, a pasta avaliará a viabilidade, segundo o ministro.

Histórico

Em 2009, quando a Lei do Piso entrou em vigor, o pagamento mínimo para professores passou de R$ 950 para R$ 1.024,67, em 2010, e chegou a R$ 1.187,14 em 2011. No ano seguinte, o piso passou a ser R$ 1.451. Em 2013, subiu para R$ 1.567 e, em 2014, foi reajustado para R$ 1.697. Em 2015, o valor era R$ R$ 1.917,78. Na série histórica, o maior reajuste do piso foi registrado em 2012, com 22,22%.

Apesar dos aumentos, atualmente, os professores recebem cerca de 60% do salário das demais carreiras com escolaridade equivalente. A melhora do salário dos professores faz parte do Plano Nacional de Educação (PNE), lei que prevê metas para a melhoria da educação até 2024. Até 2020, os docentes terão que ter rendimento equiparado ao dos demais profissionais com escolaridade equivalente.

 

Fonte: http://goo.gl/i7pRw2