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Profissão Repórter: Brasil tem 13 milhões de analfabetos

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Oi pessoal! Na última semana, dia 21 de julho, o Profissão Repórter abordou sobre o analfabetismo no Brasil. E hoje resolvi trazer a matéria que saiu no programa aqui para o blog, já que esse assunto é bastante pertinente.

Muito triste ao ver que existem pessoas que não sabem ler e escrever e passam dificuldade no dia a dia por conta disso. Muitos até tem vergonha de dizer que são analfabetos e se arrependem quando lembram que os pais diziam para estudar pois isso ia fazer falta no futuro. Infelizmente há um quadro enorme em nosso país de pessoas nessa situação, jovens que pararam de estudar e começar a trabalhar para ajudar em casa, entre diversos motivos.

Porém, nunca é tarde para aprender. Pena que o nosso sistema é fraco e falho. Existe diversos programas federais que incentivam a educação no país, mas sempre tem quem tira proveito disso para levar vantagem, e os maiores prejudicados são os que mais precisam. Mesmo assim, com toda adversidade que existe, ainda encontramos professores que fazem isso por amor, que são simplesmente incentivados ao ver que um aluno aprendeu a ler e escrever.

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MATÉRIA QUE SAIU NO PROFISSÃO REPÓRTER:

O Brasil tem 13 milhões de brasileiros não sabem ler e escrever. Esse número representa 8,7% da população acima de 15 anos. Isso significa que o Brasil não vai cumprir um pacto internacional de reduzir pela metade o analfabetismo de adultos até o fim do ano.

Segundo o IBGE, o município de Alagoinha do Piauí é o recordista em número de analfabetos do Brasil. O dinheiro para alfabetizar adultos vem do Governo Federal e o Ministério Público investiga a utilização desta verba na cidade.

Por ser o município com o maior número de analfabetos, no ano passado Alagoinha tinha também o maior número de alfabetizadores. Eram 42 professores, que ganhavam R$ 400 por mês, além dos oito coordenadores, que recebiam R$ 600 mensais. Na investigação, o Ministério Público descobriu que os coordenadores e alfabetizadores formavam as turmas, mas não ministravam aulas. Muitos dos que se diziam analfabetos, na verdade, sabem ler e escrever. Ao fim do curso, os educadores tinham que apresentar um relatório sobre o desempenho de cada aluno. Os documentos apresentados são todos exatamente iguais.

Pessoas que conhecem letras e números, mas não conseguem ler ou fazer contas são chamadas de analfabetas funcionais. Uma pesquisa mostra que esta é a condição de 27% dos adultos brasileiros.

Profissão Repórter  – Parte 1

Profissão Repórter  – Parte 2

Fonte: http://goo.gl/O5dV6T

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